À espera da invasão espanhola

"Esperamos que os espanhóis invadam Lisboa", diz Júlio Fernandes, ao Diário Económico. A expectativa do vice-presidente da AHRESP não é válida apenas para os restaurantes. Hotéis, transportes públicos, aviões, todos dão conta de uma elevada procura e da necessidade de adaptar os serviços para satisfazer os cerca de 70 mil visitantes que são esperados em Lisboa para a final da Liga dos Campeões.

"O contacto com os nossos associados revela que esperam que os espanhóis tenham o mesmo comportamento que têm quando vêm a Lisboa, na Páscoa, ou seja, saborear a gastronomia portuguesa. Os restaurantes esperam uma grande afluência nos dias que antecedem o jogo e no dia seguinte. Mas não há números porque, ao contrário dos hotéis, os restaurantes não requerem marcação", explica Júlio Fernandes. As zonas mais turísticas - Rossio, Belém, Parque das Nações - são as que apresentam maiores expectativas, mas o vice-presidente da AHRESP acrescenta que muitos restaurantes "estão a organizar petiscos para as pessoas poderem comer enquanto vêem o jogo".

A expectativa dos restaurantes é apenas o reflexo das elevadas taxas de ocupação hoteleira. Já há relatos de unidades esgotadas - por exemplo, "as cinco unidades da Tivoli Hotels & Resorts na área da Grande Lisboa já estão completas nas datas da final da UEFA Champions League", segundo Filipe Santiago, administrador de marketing e vendas do grupo - e nos sites de marcação online os preços estão claramente inflacionados. Um quarto duplo varia entre 200 e cinco mil euros só pela noite de 24 de Maio.

As companhias aéreas também tiveram de aumentar o número de voos para acomodar o enorme aumento da procura. A Ibéria acrescentou 22 voos entre 22 e 25 de Maio, oferecendo mais 12 mil assentos, mais 124% do que o normal. Já a TAP optou por "optimizar" os aviões que vai utilizar na rota Lisboa-Madrid nos dias antes de depois da final para poder transportar mais passageiros, sem aumentar o número de voos, disse fonte oficial à Lusa.

Também os transportes públicos tiveram de reforçar a oferta. A Carris, por exemplo, vai ter um serviço directo de autocarro entre o Rossio e o Calhariz de Benfica, nas imediações do Estádio da Luz, e o Metropolitano de Lisboa vai reforçar as linhas Azul, Amarela e Vermelha, passando a circular durante todo o dia 24 com composições de seis carruagens.


Fonte: D.E., 21-05-14

 

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