Greve na TAP põe em causa «superiores interesses de Portugal», lamenta AHRESP

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) lamentou hoje a decisão dos pilotos da TAP de avançarem para a greve a 09 de agosto, considerando que estão em causa "os superiores interesses de Portugal".

Num comunicado sobre a greve convocada pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, a AHRESP defendeu que "o esforço nacional não pode ser posto em causa", considerando que estão em causa "os superiores interesses de Portugal".

"Não podemos, em plena época alta de turismo, ser colocados nas 'bocas do mundo', pela nossa transportadora aérea nacional de bandeira", defendeu a associação, adiantando que "o turismo não pode ser massacrado com os problemas operacionais da TAP".

A AHRESP sustentou que "o direito à greve está consagrado constitucionalmente", mas "esse direito deve ser acionado de forma responsável, à luz do bom senso e do interesse nacional, assegurando que as intenções de uma minoria não coloquem em causa as da maioria".

Os pilotos da TAP decidiram avançar com uma greve a 09 de agosto para contestar o agravamento das condições de trabalho e obrigar o acionista Estado a receber os sindicatos para discutir a situação da empresa.

"Esta greve de 24 horas é um cartão vermelho ao acionista, que não recebe os sindicatos para discutir a situação, e à empresa, pela sua total desresponsabilização", disse à agência Lusa na sexta-feira o presidente do sindicato dos pilotos, Jaime Prieto.

De acordo com o sindicalista, a administração da TAP tem deixado sair os seus quadros sem fazer nada, tem contratado companhias externas que não asseguram a qualidade da transportadora nacional e nada tem feito para contrariar o descontentamento dos seus trabalhadores.

"Há cinco anos que a empresa tem apresentado resultados positivos mas as condições de trabalho têm-se agravado, o que leva a um grande descontentamento dos trabalhadores", disse Jaime Prieto.


O sindicalista adiantou ainda que o objetivo da greve de 24 horas é forçar o diálogo para "apurar o que se pode fazer" pela empresa e "apurar responsabilidades".

Fonte: Dinheiro Digital com Lusa, 30-07-14

 

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