Alojamento local com 13 mil novos registos até Outubro

São já 34 mil as unidades de alojamento local registadas em Portugal. A secretária de Estado do Turismo garante que o esforço de fiscalização dos ilegais está em marcha. 


A actividade de alojamento local em Portugal registou 13 mil novos registos entre Janeiro e Outubro de 2016. O número foi avançado esta terça-feira, 29 de Novembro, pela secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho. 

O balanço eleva para 34 mil as unidades de alojamento local registadas em Portugal, seguindo o ritmo dos anos anteriores. A designação de alojamento local existe desde 2008, tendo sido alvo de um ajuste na sua lei em 2014. 

"Diria que se desregulamentou demasiado", admitiu a secretária de Estado face à decisão do anterior Governo. 

Ana Mendes Godinho reconheceu que "tem havido muitas dificuldades" por parte da ASAE em fiscalizar os estabelecimentos que se encontram em situação ilegal, em parte devido à dificuldade no cruzamento de dados. 

Contudo, a ASAE "intensificou" a sua acção a partir do segundo semestre, tendo já sido inspeccionadas 500 unidades de alojamento local. Destas, "15% não estavam registadas", informou. 

No encerramento da apresentação do estudo "Alojamento local - qual fenómeno?" - desenvolvido pela Associação da Hotelaria de Portugal e pela Universidade Nova de Lisboa - a responsável lembrou uma acção conjunta com as plataformas de alojamento como a Airbnb ou a Homeaway. 

Na prática, os anunciantes em Portugal eram notificados para a necessidade do registo do seu espaço. "Na semana a seguir, os registos explodiram. Muitas vezes o que acontece é falta de informação e de noção", explicou. 

Ana Mendes Godinho não deixou de lembrar o papel do alojamento local na requalificação urbana, recordando um estudo da AHRESP que dá conta de 10 mil imóveis requalificados devido a este actividade. Os imóveis desocupados ocupam um peso de 40%. 

"É uma realidade incontornável, que tem procurado", afirmou. Os dados do INE relativos em 2015, que a secretária de Estado do Turismo reconheceu serem deficitários, mostram que 10% das dormidas em Portugal já se deu neste formato de alojamento. 

Ana Mendes Godinho defendeu ainda a necessidade de se adoptarem políticas públicas no apoio ao arrendamento, para "salvaguardar outros interesses da cidade", rumo a um equilíbrio entre a população residente e turistas. 

Fonte: 
Negócios Online, 29 de Novembro de 2016

 

 

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